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quarta-feira, 26 de junho de 2013

Brasil exposto para o mundo

No CNN iReport, a reportagem abaixo mostra o que o Brasil esconde do mundo, a causa das manifestações:
The protests that have been occurring in Brazil go beyond the R$0,20 (US$0.10) raise in public transport fares.
Brazil is currently experiencing a widespread collapse of its infrastructure. There are problems with ports, airports, public transport, health and education. Brazil is not a poor country and the tax rates are extremely high. Brazilians see no reason to have such bad infrastructure when there is so much wealth that is so highly taxed. In the state capitals people spend up to four hours per day in traffic, either in their cars or on crowded public transport which is of very poor quality. 
The Brazilian government has taken remedial measures to control inflation by cutting taxes and has not yet realized that the paradigm must shift to an infrastructure-focused approach. At the same time the Brazilian government is reproducing on a small scale what Argentina did some years ago: avoiding austerity and preventing the increase in the benchmark Selic base interest rate, which is leading to high inflation and low growth.
 Other than the problem of infrastructure, there are several corruption scandals which remain without trial, and the cases being judged have been tending to end with the acquittal of the defendants. The biggest corruption scandal in Brazilian history finally ended with the conviction of the defendants and now the government is trying to reverse the trial by using maneuvers through unbelievable constitutional amendments: one, the PEC 37, which will annihilate the investigative powers of the prosecutors of the public ministry (the Brazilian equivalent of the District Attorneys), delegating the responsibility of investigation entirely to the Federal Police. Moreover, another proposal seeks to subject decisions of the Brazilian Supreme Court to the Congress - a complete violation of the three powers.
 Those are, in fact, the revolts of Brazilians.
 The protests are not mere isolated, unionized movements or extreme left riots, as some of the Brazilian press says. It is not a teenage rebellion. It is the uprising of the most intellectualized portion of society who wants to put a stop to these Brazilian issues. The young national mid-class, which has always been unsatisfied with the political oblivion, has now "awaken" - in the words of the protesters.
E no mesmo Facebook, encontrei a tradução livremente feita por um facebookiano mencionado no final:
A CNN, maior rede de jornalismo da TV americana e mundial, fez uma reportagem especial sobre os verdadeiros motivos por trás dos protestos ocorridos em várias cidades do Brasil.
Em tradução, o texto, intitulado "O Que Realmente Está Por Trás dos Protestos Brasileiros?", lê:
"Os protestos que estão acontecendo no Brasil vão muito além do aumento de 20 centavos no transporte público.
O Brasil está vivenciando atualmente um amplo colapso de sua infraestrutura. Há problemas com portos, aeroportos, transporte público, saúde e educação. O Brasil não é um país pobre e os impostos são extremamente altos. Os brasileiros não veem motivo para terem uma infraestrutura tão ruim quando há tanta riqueza e tantos impostos altos. Nas capitais estaduais as pessoas chegam a gastar 4 horas por dia no tráfego, seja em seus carros ou em transportes públicos lotados e de má qualidade.
O governo brasileiro tomou medidas para controlar a inflação cortando taxas e ainda não se deu conta que o paradigma deve mudar para uma abordagem focada na infraestrutura do país. Ao mesmo tempo o governo brasileiro está reproduzindo em menor escala o que a Argentina fez anos atrás: evitando austeridade fiscal e prevenindo o aumento dos juros, o que está levando a uma alta inflação e baixo crescimento.
Além do problema de infraestrutura, há vários escândalos de corrupção que permanecem sem julgamento, e os casos que são julgados tendem a terminar com a absolvição dos réus. O maior escândalo de corrupção na história brasileira finalmente terminou com a condenação dos réus e agora o governo está tentando reverter essa condenação ao usar manobras inacreditavelmente inconstitucionais, como a PEC 37, que vai tirar o poder investigativo dos promotores do ministério público, delegando a responsabilidade da investigação unicamente para a polícia federal. Além disso, outra proposta tenta sujeitar as decisões da Suprema Corte Brasileira ao Congresso – uma completa violação dos três poderes.
Estas são, de fato, as revoltas dos brasileiros.
Os protestos não são meramente isolados, não são movimentos da extrema esquerda, como algumas fontes da mídia brasileira afirmam. Não é uma rebelião adolescente. É o levante da parte mais intelectualizada da sociedade que quer por um fim a essas questões brasileiras. A jovem classe média que sempre esteve insatisfeita com o obscurecimento político agora “desperta”.
TEXTO ORIGINAL: CNN iReport
Ao invés de compartilhar, copie e cole no seu mural
(post copiado do Augusto Velazquez de Brito, que também traduziu o texto)
Pense nisso.

terça-feira, 25 de junho de 2013

O que é o projeto "Cura Gay"?

Postei este texto no Facebook:

A maioria das pessoas que opinam sobre o tal projeto da cura gay ao falar ou postar, demonstra frequentemente não ter informações exatas sobre isso. Por isso acho importante trazer um pouco mais sobre este assunto.

- Primeiro, o tal projeto é de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), e não de Feliciano.
- Segundo, Feliciano, na posição em que ocupa, não é imperador sobre as decisões. Todas as matérias são votadas. E neste caso, quase toda a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara aprovou este projeto de decreto legislativo (PDC 234/2011). Apenas o deputado Simplício Araújo (PPS-MA) foi contra.
- Terceiro, este PDC defende a autonomia do profissional de psicologia que apenas no Brasil fica impedido de ajudar os pacientes que se queixam da opção homossexual.

Ou seja, a perseguição 'a Feliciano é pelo fato dele ser um Pastor evangélico. Se um Pastor Evangélico não deve ser político, como defendem alguns, um engenheiro pode? uma costureira pode? um jogador de futebol pode? Um agrônomo pode? Um semi-alfabetizado pode? um sociólogo pode? Um metalúrgico pode?

Não defendo sua permanência nem sua remoção. Apenas quero convidar as pessoas a refletir no que têm falado, por vezes sem saber o que disse. Antes de concordar com o grito de muitos, pense que estes muitos podem estar errados. Intencionalmente ou não.

Antes de me agredirem por escrito, ao menos leiam os links abaixo. Aí sim, poderemos conversar. Começa a ficar maçante ser agredido aqui no Facebook por tentar expor minha opinião e estar disposto a justificá-la.

Fontes:

sábado, 22 de junho de 2013

Resposta de Brizola à Rede Globo, no Jornal Nacional

Um homem se opôs a um totem do poder social. Ele não foi às ruas, não gritou palavras de ordem, não procurou agitar. Apenas usou do seu direito de cidadão.

Com isso, ele fez com que a Rede Globo engolisse sua hegemonia, sua prepotência e a fez abrir espaço para que, por meio de nota lida por um dos seus principais personagens da reportagem, lhe cedesse um direito que a maioria do povo brasileiro diria ser impossível, ser inviável, ser teoria.

O falecido Leonel de Moura Brizola apenas fez o que nós brasileiros ainda não aprendemos: Usou seu direito de cidadão. E contra esta teoria, não há prática.

Não exalto Brizola. Seu segundo governo foi caótico para o estado do Rio de Janeiro. Mas o que ele fez aqui é o exemplo que nos ensina a fazer a verdadeira movimentação, a verdadeira manifestação: exercer o direito democrático de fiscalizar nossos políticos.

Compartilhe isto, não para exaltar Brizola ou desmerecer a Rede Globo.
Compartilhe isto para que sirva de exemplo de membros da população brasileira em busca do que é certo.


quinta-feira, 6 de junho de 2013

Ainda há político que leve a política a sério.

Vou reproduzir aqui uma reportagem da IstoÉ, que precisa ser lida pelos brasileiros responsáveis. A original pode ser lida neste link.


JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE
Um homem ficha limpa

Dono da maior votação proporcional do País, José Antônio Reguffe chega à Câmara disposto a reduzir o salário dos deputados e o número de parlamentares no Congresso

Adriana Nicacio, Hugo Marques e Sérgio Pardellas
Aos 38 anos, o economista José Antônio Reguffe (PDT-DF) foi eleito deputado federal com a maior votação proporcional do País – 18,95% dos votos válidos (266.465 mil) no Distrito Federal. Caiu no gosto do eleitorado graças às posturas éticas adotadas como deputado distrital. Seus futuros colegas na Câmara dos Deputados que se preparem. Na Câmara Legislativa de Brasília, o político desagradou aos próprios pares ao abrir mão dos salários extras, de 14 dos 23 assessores e da verba indenizatória, economizando cerca de R$ 3 milhões em quatro anos. A partir de 2011, Reguffe pretende repetir a dose, mesmo ciente de que seu exemplo saneador vai contrariar a maioria dos 513 deputados federais. Promete não usar um único centavo da cota de passagens, dispensar o 14º e 15º salários, o auxílio-moradia e reduzir de R$ 13 mil para R$ 10 mil a cota de gabinete. “O mau político vai me odiar. Eu sei que é difícil trabalhar num lugar onde a maioria o odeia. Quero provar que é possível exercer o mandato parlamentar desperdiçando menos dinheiro dos cofres públicos”, disse em entrevista à ISTOÉ.

ISTOÉ -

O sr. esperava ter quase 270 mil votos?



JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE -

Nem no meu melhor sonho eu poderia imaginar isso. O resultado foi completamente inesperado. Foi um reconhecimento ao mandato que fiz como deputado distrital. Cumpri todos os meus compromissos de campanha. Enfrentei a maioria e cheguei a votar sozinho na Câmara Legislativa.



ISTOÉ -
O que foi diferente na sua campanha para gerar uma votação recorde?

JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE -
A campanha foi muito simples, gastei apenas R$ 143,8 mil. Não teve nenhuma pessoa remunerada, não teve um comitê, carro de som, nenhum centavo de empresários. Posso dizer isso alto e bom som. Foi uma campanha idealista, da forma que acho que deveria ser a política. Perfeito ninguém é. Mas honesta toda pessoa de bem tem a obrigação de ser. Não existe meio-termo nisso. Enfrentei uma campanha muito desigual. Só me elegi pelo trabalho como deputado distrital.

ISTOÉ -
O que o sr. fez como deputado distrital?

JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE -
Abri mão dos salários extras que os deputados recebem, reduzi minha verba de gabinete, eliminei 14 vagas de assessores de gabinete. Por mês, consegui economizar mais de R$ 53 mil aos cofres públicos, um dinheiro que deveria estar na educação, na saúde e na segurança pública. Com as outras economias, que incluem verba indenizatória e cota postal, ao final de quatro anos, a economia foi de R$ 3 milhões. Se todos os 24 deputados distritais fizessem o mesmo, teríamos economia de R$ 72 milhões.

ISTOÉ -
O sr. pretende abrir mão de todos os benefícios também na Câmara Federal?

JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE -
Na campanha, assumi alguns compromissos de redução de gastos. Na Câmara, vou abrir mão dos salários extras de deputados, como o 14º e o 15º, que a população não recebe e não faz sentido um representante dessa população receber. Não vou usar um único centavo da cota de passagens aéreas, porque sou um deputado do DF. Não vou usar um único centavo do auxílio-moradia. É um absurdo um deputado federal de Brasília ter direito ao auxílio-moradia. Vou reduzir a cota interna do gabinete, o “cotão”, e não vou gastar mais de R$ 10 mil por mês.

ISTOÉ -
Com essa atitude na Câmara Legislativa, o sr. recebeu uma pressão dos colegas. Não teme sofrer as mesmas pressões na Câmara Federal?

JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE -
É verdade. Eu fui investigado, pressionado. Mas não quero ser mais realista que o rei, sou um ser humano como qualquer outro, erro, falho, mas quero cumprir os compromissos com as pessoas que votaram em mim. Uma pessoa que se propõe a ser representante da população tem que cumprir sua palavra. O mau político vai me odiar. Eu sei que é difícil trabalhar num lugar onde a maioria o odeia. Quero provar que é possível exercer o mandato parlamentar gastando bem menos e desperdiçando menos dinheiro dos cofres públicos.

ISTOÉ -
Quando houve a crise do mensalão do DEM em Brasília o sr. realmente pensou em abandonar a política?

JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE -
Houve alguns momentos em meu mandato que pensei em não ser candidato a nada, por uma decepção muito grande com a classe política. E uma decepção quanto à forma como a sociedade enxerga a política, da sociedade achar que todo político é corrupto.

ISTOÉ -
O sr. já tem projetos para o seu mandato? A reforma política é um deles?

JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE -
Sim. Vou apresentar uma proposta de reforma política em cinco pontos. A população não se considera representada pela classe política e é preciso modificar isso. O primeiro ponto é o fim da reeleição para cargos majoritários, como prefeito e governador, e o limite de uma única reeleição para cargos legislativos. Tem gente que é deputado há 40 anos. Mas a política deve ser um serviço e não uma profissão.

ISTOÉ -
E os outros quatros pontos?

JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE -
Vou propor o fim do voto obrigatório. A eleição do Tiririca, em São Paulo, é o resultado do que ocorre quando se obriga a população a votar. Ela vota em qualquer um. O terceiro ponto é o voto distrital. A quarta proposta é um sistema de revogabilidade de mandato, no qual o eleitor poderia pedir o mandato do candidato eleito, caso ele não cumpra seus compromissos. Por fim, defendo o financiamento público de campanha.

ISTOÉ -
Nos moldes do que tramita no Congresso?

JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE -
Não. Minha proposta é totalmente diferente. Se der dinheiro ao político, ficará pior do que está, porque vai ter gente virando candidato só para ganhar dinheiro. Na minha proposta, a Justiça Eleitoral faria uma licitação e a gráfica que ganhasse imprimiria o panfleto de todos os candidatos, padronizado e em igual quantidade para todos. A pessoa teria que ganhar no conteúdo. O TSE pagaria a gráfica. A produtora que ganhasse gravaria programas na tevê para todos os candidatos. A campanha ficaria mais chata, mas acabaria a promiscuidade entre público e privado.

ISTOÉ -
Como o sr. vê as propostas que aumentam o número de deputados e vereadores?

JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE -
É importante a existência de um Legislativo forte. Mas as casas legislativas no Brasil são muito gordas e deveriam ser bem mais enxutas. A Câmara não precisa de 513 deputados, bastariam 250.

ISTOÉ -
O mesmo vale para o Senado?

JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE -
Deveria ser como era antes, com apenas dois senadores por Estado. Assim sobrará mais dinheiro para a educação, a saúde, a segurança pública e os serviços públicos essenciais. É muito difícil aprovar essa mudança, mas não é por isso que deixarei de lutar por minhas ideias.

ISTOÉ -
Como será seu comportamento diante das propostas do Executivo?

JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE -
Os parlamentares que votam sempre sim ou sempre não, porque são da base do governo ou da oposição, não têm a menor consciência de suas responsabilidades. Eu tenho. Vou agir da mesma forma como agi na Câmara Legislativa, vou analisar o mérito do projeto e algumas vezes votar contra o meu partido. Ideias a gente debate ao extremo, mas a pessoa de bem não pode transigir com princípios. Ceder um milímetro em matéria de princípio é o primeiro passo para ceder um quilômetro.

ISTOÉ -
O sr. não teme se tornar um personagem folclórico ao apresentar propostas que dificilmente terão apoio dos outros 512 deputados?

JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE -
A primeira tentativa é de folclorizar quem enfrenta o sistema, quem luta pelo que pensa e quer sair dessa prática da política convencional. Eu faço a minha parte. Não assumi o compromisso com nenhum eleitor meu de que vou conseguir aprovar os meus projetos. Mas assumi o compromisso com todos os meus eleitores de que vou fazer a minha parte e disso eu não vou arredar um milímetro. As pessoas fazem uma série de confusões na política. Uma delas é acreditar que governabilidade é sinônimo de fisiologismo. É trocar votos por cargos ou por liberação de emendas. É claro que existem outros 512. Se eu for minoria, fui, mas vou votar como acho que é certo.

ISTOÉ -
O PDT hoje tem o Ministério do Trabalho na mão, o sr. concorda com isso? O sr. acha que os partidos devem ter indicações no governo?

JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE -
Como cidadão eu gostaria de ver uma nova forma de fazer política, um novo conceito de administração pública. O partido deveria ter uma atitude de independência. Eu respeito a decisão da maioria. Mas a contribuição à sociedade seria maior se fosse independente, elogiando o que é correto e criticando o que é errado.



ISTOÉ -
No primeiro turno, o sr. foi contra o PDT e votou na Marina Silva. E no segundo turno? Vai liberar seus eleitores?

JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE -
Ainda tenho que ouvi-los. Mas, a princípio, sinto que estão muito divididos. Tive votos em todas as cidades do Distrito Federal, nos mais diferentes perfis de escolaridade e renda. Onde eu tive mais votos foi na classe média.

ISTOÉ -
Quais são seus outros projetos?

JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE -
Quero criar a disciplina cidadania nas escolas. Tão importante quanto ensinar matemática e português é ensinar a criança a ser cidadã. O aluno precisa aprender os princípios básicos da Constituição Federal. Uma população que não conhece seus direitos não tem como exigi-los. As pessoas não sabem qual é a função de um deputado. Isso é muito grave. A gente constrói um novo país investindo na educação.

ISTOÉ -
O sr. é a favor da Lei dos Fichas Sujas já nesta eleição?

JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE -
Sou. Eu sou favorável a tudo que for para moralizar a atividade política.

ISTOÉ -
Mesmo contrariando a Constituição? Dentro do STF há quem diga que a lei não deveria retroagir.

JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE -
A Constituição é que deveria, há muito tempo, vetar pessoas sem estatura moral para representar a sociedade.

ISTOÉ -
A Câmara e o Senado têm um orçamento que ultrapassa R$ 5 bilhões. O sr. tem algum projeto para reduzir esse valor?

JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE -
Tudo aquilo que eu fizer também vou apresentar como proposta. Quero, pelo menos, provocar a discussão.

ISTOÉ -
O País inteiro ficou impressionado com a votação da mulher do Roriz, que conseguiu um terço dos votos. Há quem a chame até de mulher laranja. Como o sr. viu o resultado em Brasília?

JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE -
Estou apoiando o Agnelo. Mas o voto do eleitor a gente tem que respeitar, mesmo quando não gosta desse voto. Eu respeito.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Exposição do Lula em cartoons

Excelente trabalho unindo uma versão do Faroeste Caboclo de Renato Russo, com as acusações contra o Lula. Gostaria de ver uma com alguns governantes do PSDB, mas acho que não há música comprida o suficiente.

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