Google lançou seu serviço de telefonia, o Google Voice. A Google parte na frente, oferecendo este serviço como anúncio, no momento em que você abrir o seu GMail.
Procurei alguma comparação dos dois serviços, e achei este post da CNet, muito interessante.
Os preços oferecidos pelo Google são tremendamente atraentes, como se pode ver na comparação e na tabela completa.
Aproveite e compare os preços com o Skype, agora propriedade da Microsoft.
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terça-feira, 2 de agosto de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
Nossa internet continua muito ruim
Em um outro post meu aqui, eu reclamei da qualidade de nossa internet, principalmente pelos preços altos.
O Ruslan menciona no Google+ uma prova de que nada (ou muito pouco) mudou. O conteúdo do link é o seguinte:
O Ruslan menciona no Google+ uma prova de que nada (ou muito pouco) mudou. O conteúdo do link é o seguinte:
A internet oferece novos serviços atraentes. A locadora Netflix, que pretende chegar ao país até o fim do ano, deve permitir que você assista a um filme com alta resolução transmitido ao vivo pela internet para sua TV. O jogo World of warcraft convida o usuário a brincar com outros on-line em um universo fantástico de batalhas, com grandes detalhes gráficos e uma trama envolvente (leia mais em Mente Aberta). A nova rede Google+ permite transmitir vídeo direto do telefone para seus amigos. Outras empresas oferecem sistemas de videoconferência envolvendo vários interlocutores simultâneos, que funcionariam em trânsito, em seu celular ou no tablet. O problema é que tudo isso não exige apenas aparelhos modernos, como smartphones e tablets avançados. Esses novos serviços dependem de uma conexão de qualidade. E é aí que boa parte dos brasileiros fica a pé.
A infraestrutura de conexão à internet de alta velocidade no Brasil não condiz com um país moderno. A rede brasileira fica devendo até para países da América Latina. No Chile, onde a média da velocidade de banda larga é mais que o triplo da brasileira, paga-se um quinto do preço. O atraso da internet brasileira tem várias causas. Apenas uma natural: a extensão territorial do país. As outras são derivadas de decisões humanas: opções políticas equivocadas, uma carga tributária abusiva e baixa competição entre os poucos fornecedores de serviços. Essa condição precária poderá mudar nos próximos anos se os planos do governo derem certo. Do contrário, perderemos mais uma chance de aumentar nossa competitividade. E de usufruir os prazeres da internet.
A internet brasileira padece de dois males distintos. O primeiro deles é sua escala ainda tímida. Os brasileiros são tidos como campeões de redes sociais. Uma pesquisa realizada pelo instituto Ibope Nielsen mostra que nós somos o povo que mais passa horas na frente do computador, conectados à internet. A média do brasileiro é de 45 horas mensais. Logo depois estão Inglaterra e Estados Unidos, com uma média de 43 e 40 horas de conexão por mês, respectivamente. Somos também o país que mais usa redes sociais – 90% de nossos internautas estão no Orkut, Facebook, Twitter, MSN ou outro site do tipo. Esse sucesso, porém, é ilusório. Reflete o uso intenso de uma minoria com acesso à internet. Apenas 20% da população brasileira tem serviços de banda larga. São 14 milhões de conexões fixas e 28 milhões por aparelhos móveis, segundo dados do Comitê Gestor de Internet, órgão que reúne representantes do governo, das operadoras e da sociedade civil.
O segundo problema é a qualidade. A banda larga fixa, que permite conexões mais rápidas do que a rede móvel (ou 3G), tem velocidade média prometida de 1,7 megabit por segundo. Isso seria o suficiente para baixar em duas horas e meia um filme com qualidade para ver na tela do computador. É uma taxa razoável para a maioria dos serviços que usamos em nosso dia a dia. Mas, na prática, não é o serviço que a operadora de telefonia entrega. Os contratos trazem uma cláusula segundo a qual a velocidade oferecida pode ser até 10% da contratada.
Para complicar, é difícil para o usuário calcular a velocidade real de sua rede. “Se tivéssemos uma regulamentação que exigisse um nível mínimo de qualidade, esse cenário seria diferente”, afirma Luis Minoru Shibata, diretor da consultoria Promon Logicalis. No ano passado, o Ministério Público (MP) enviou um ofício à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) pedindo esclarecimentos sobre a fiscalização da banda larga no Brasil. Num deles, o MP pedia uma definição para qual velocidade seria considerada mínima para alguém vender um pacote de banda larga. Hoje, qualquer serviço que não seja de conexão discada pode levar esse nome.
No início do mês, o governo anunciou os detalhes de um programa ambicioso para levar uma espécie de banda larga popular à maioria da população. O objetivo do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) é massificar a internet até 2014, quando o Brasil sediará a Copa do Mundo de futebol. Até lá, 70% dos municípios brasileiros deverão ter acesso rápido, com 1 megabit por segundo por R$ 35 ao mês. Dá para baixar uma música em 40 segundos. As operadoras fixas Oi, Telefônica, CTBC e Sercomtel foram as primeiras a aderir ao PNBL. Do lado das móveis, a TIM anunciou que levará banda larga 3G para até 1.000 municípios até o final de 2012. A gestão do programa está a cargo da Telebras, estatal de telecomunicações. Pelo acordo, nos lugares onde as operadoras não tiverem interesse em oferecer uma conexão, elas deverão alugar a capacidade de suas centrais para terceiros, sem lucrar com isso.
Para funcionar, o PNBL precisará resolver os entraves da rede brasileira. Se conseguir, além de levar internet para quem não podia pagar, também poderá aumentar a qualidade dos planos que usamos hoje. O primeiro impacto seria no preço. O valor médio de uma mensalidade de banda larga no Brasil, de US$ 28, não é tão acima da praticada no mundo. Aparecemos em 97º num ranking de 167 países publicado pela União Internacional das Telecomunicações. Os mesmos US$ 28 são pagos em Portugal. Nos Estados Unidos, o valor é de US$ 19. A diferença é que a velocidade média da conexão nos outros países é maior. Quando se considera o preço por megabit por segundo (Mbps), nossa banda larga é uma das mais caras, principalmente fora do Sudeste. Em Manaus, pagam-se hoje R$ 130 por uma conexão com a mesma velocidade que o PNBL oferecerá por R$ 35.
Os impostos sobre o preço de um modem de internet chegam a 70%
O plano exigirá investimentos públicos. No início do mês, as operadoras apresentaram um estudo de viabilidade ao governo. Ele prevê que o país poderá chegar a 78 milhões de conexões banda larga em 2014 e a 153,6 milhões em 2020. E a velocidade média seria 12 vezes maior do que a de hoje. Mas, para alcançar essa evolução, seriam necessários gastos de R$ 144 bilhões até 2020, divididos entre o governo e as operadoras. O sucesso do PNBL também depende de um esforço do governo para reduzir a carga tributária. Hoje, o consumidor paga 43% de impostos para assinar um serviço de banda larga. Taxas ainda mais altas incidem sobre os equipamentos usados pelas operadoras. “A empresa paga 70% de imposto para cada modem que usamos para conectar o computador à rede 3G”, diz Eduardo Levy, diretor executivo da Telebrasil, associação que representa as operadoras fixas e móveis. “Esse valor é repassado para a mensalidade dos planos.”
Além disso, não há padronização para a instalação das novas redes nos municípios. Segundo Levy, na cidade de Campinas, no interior de São Paulo, uma operadora precisa da autorização de mais de 65% das pessoas que moram a um raio de 200 metros do local onde ela pretende instalar uma antena. Andando mais alguns quilômetros, na cidade de Piracicaba, a regra é que não se pode instalar uma antena de transmissão a um raio menor do que 100 metros de qualquer construção. “Agora imagine que cada um dos mais de 5 mil municípios brasileiros tenha sua própria legislação”, diz. É um problema enfrentado tanto pelas operadoras móveis, para instalar suas antenas para a rede 3G, quanto pelas fixas, que precisam de obras pesadas para levar seus cabos subterrâneos de fibra óptica.
Outros países tiveram sucesso com planos similares. Na Coreia do Sul, foram mais de dez anos de subsídios intensos do governo para garantir uma banda larga (fixa e móvel) de qualidade a toda população. O governo recolheu menos impostos pelos equipamentos pesados. Mas a entrada de mais clientes de banda larga trouxe uma arrecadação maior na taxa de serviços e compensou as perdas fiscais do governo. No Canadá, que tem diferenças territoriais como o Brasil, o governo criou um fundo para financiar as conexões mesmo nos lugares mais inóspitos, onde as operadoras trabalhariam com prejuízo.
Esses países justificam o investimento com os benefícios trazidos por uma boa internet. O principal impacto da banda larga não é permitir que mais gente possa carregar um vídeo mais rápido no YouTube ou baixar uma partida de futebol em poucos segundos. Também pode trazer para os cidadãos serviços como educação e saúde. E oferecer melhores condições a empresas e trabalhadores autônomos, que dependem cada vez mais de informação e comunicação. Um estudo europeu mostra que programas de popularização de banda larga aumentam até 7% a produtividade nas regiões onde são implantados. É essa conexão que o Brasil precisa fazer.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Os problemas da tecnologia
O Orkut se tornou um sucesso, pela possibilidade de podermos falar para todos
que conhecemos (e eventualmente os que não conhecemos) das coisas que gostamos de fazer. Os que conhecem e acompanham o Orkut ficaram felizes quando se pôde limitar as leituras dos scraps apenas para quem dermos autorização. Mesmo assim, ainda há os que amam os photologs, se expondo para todo o planeta que estiver conectado. Nem vou me deter aqui para discutir os problemas de expormos detalhes nossos pelas páginas de internet.
Nesta onda de termos nossas informações expostas para pessoas desconhecidas, deve ser incluído o famoso email que enviamos para pessoas incorretas, ou a mensagem de msn que acabamos enviando para quem não deveria.
Elizabeth Frissinger, 18 anos, foi vítima de um destes erros terríveis. Durante uma viagem de turma, ela enviou uma mensagem para uma pessoa sua conhecida, afirmando que teria acabado de perder a virgindade na praia, que lhe foi ótimo, e que queria que a tal pessoa estivesse lá.
Teria sido "tranquilo", se Lizzy (o apelido de Elizabeth) não tivesse enviado esta mensagem para seu próprio pai, por acidente.
Calmamente, seu pai lhe envia uma resposta dizendo que entende que provavelmente esta mensagem deveria ter sido enviada para outra pessoa. Logo após, ele lhe envia outra mensagem, lhe dizendo que a viagem estava encerrada, pelo menos para ela.
Claro, os amigos fotografaram tudo, desde a tela do Iphone da "Jeannie" até a expressão de tristeza, depois que ela se deu conta do que fez.
Tecnologia é ótimo, mas sem atenção, pode ser muito perigoso. "Jeannie" que o diga.
que conhecemos (e eventualmente os que não conhecemos) das coisas que gostamos de fazer. Os que conhecem e acompanham o Orkut ficaram felizes quando se pôde limitar as leituras dos scraps apenas para quem dermos autorização. Mesmo assim, ainda há os que amam os photologs, se expondo para todo o planeta que estiver conectado. Nem vou me deter aqui para discutir os problemas de expormos detalhes nossos pelas páginas de internet.Nesta onda de termos nossas informações expostas para pessoas desconhecidas, deve ser incluído o famoso email que enviamos para pessoas incorretas, ou a mensagem de msn que acabamos enviando para quem não deveria.
Elizabeth Frissinger, 18 anos, foi vítima de um destes erros terríveis. Durante uma viagem de turma, ela enviou uma mensagem para uma pessoa sua conhecida, afirmando que teria acabado de perder a virgindade na praia, que lhe foi ótimo, e que queria que a tal pessoa estivesse lá.Teria sido "tranquilo", se Lizzy (o apelido de Elizabeth) não tivesse enviado esta mensagem para seu próprio pai, por acidente.

Calmamente, seu pai lhe envia uma resposta dizendo que entende que provavelmente esta mensagem deveria ter sido enviada para outra pessoa. Logo após, ele lhe envia outra mensagem, lhe dizendo que a viagem estava encerrada, pelo menos para ela.
Claro, os amigos fotografaram tudo, desde a tela do Iphone da "Jeannie" até a expressão de tristeza, depois que ela se deu conta do que fez.
Tecnologia é ótimo, mas sem atenção, pode ser muito perigoso. "Jeannie" que o diga.
sábado, 13 de setembro de 2008
Provado Internacionalmente o que já sabíamos
Quando comecei a me interessar por acesso rápido à Intenet, obviamente comecei a procurar informações lá fora. Achei que seria possívl encontrar um serviço lá que existisse aqui. Ou que estivesse a ponto de começar a funcionar neste nosso país.
Encontrei a DirecTV, com oferta a internet rápida. Para quem quiser ver, está no menu de serviços (services). Entretanto, aqui no Brasil, não sei por qual motivo, a DirecTV não disponibilizou este serviço.
Telemar
Lembro de ter procurado outras opções, mas o alto custo inviabilizou todas. Finalmente, optei pela Telemar (hoje, OI). Foi uma tortura, uma tristeza. Um valor absurdo por uma internet mais lenta na prática do que o prometido no papel.
O atendimento técnico ao telefone era uma tortura. E ficou muito pior depois que passaram a usar a tal atendente eletrônica, que na maioria das vezes não entende o que se fala. Procurando pela internet, achei casos de usuários que tentaram cancelar a conta, que relataram as dificuldades de uso, e um outro que se estressa com a operadora e com a atendente virtual. Neste último, aparece uma dica que vou testar assim que possível:
GVT
Insatisfeito, comecei a procurar alternativas, e encontrei a sulista GVT. Lendo no site deles, achei preços que me deixaram COMPLETAMENTE em dúvida de estar lendo um site de uma empresa que estivesse no mesmo país que eu. A velocidade de valor mais próximo ao oferecido pela Telemar (agora Oi) é de 5M, ou seja, R$ 50,00 mais barato com 4M a mais do que a oferta da Telemar. Eu não consigo imaginar qual o motivo desta disparidade toda.

Como se pode ler no site, há um limite de 60Gb, que deve ser de download. Imaginei que isto seria um grande empecilho, pois estamos toda hora baixando imagens inteiras de sistemas operacionais, como o Ubuntu, Kurumin, FreeBSD, e outros, incluindo o próprio Windows. Mas a operadora também avisa que por tempo indeterminado, ela não está controlando a quantidade de informação acessada. Veja na figura.
Reconhecimento internacional.
Mas pelo menos, esta vergonha vai ser exposta a ridicularização internacional. Achei aqui a seguinte notícia:
Encontrei a DirecTV, com oferta a internet rápida. Para quem quiser ver, está no menu de serviços (services). Entretanto, aqui no Brasil, não sei por qual motivo, a DirecTV não disponibilizou este serviço.
Telemar
Lembro de ter procurado outras opções, mas o alto custo inviabilizou todas. Finalmente, optei pela Telemar (hoje, OI). Foi uma tortura, uma tristeza. Um valor absurdo por uma internet mais lenta na prática do que o prometido no papel.
O atendimento técnico ao telefone era uma tortura. E ficou muito pior depois que passaram a usar a tal atendente eletrônica, que na maioria das vezes não entende o que se fala. Procurando pela internet, achei casos de usuários que tentaram cancelar a conta, que relataram as dificuldades de uso, e um outro que se estressa com a operadora e com a atendente virtual. Neste último, aparece uma dica que vou testar assim que possível:
Dica sobre a atendente virtuaL: Diga em alto e bom tom: "Cancelar OI". Aí ela te pergunta se quis realmente dizer cancelar ou bloquear por roubo. Então você confirma: Cancelar. Aparece um atendente "de carne e osso" rapidinho.Mas não apenas isso, também a qualidade deste serviço passa a ser ainda menos considerável, se você confrontar com o custo. Passei agora no site do Velox e achei os preços absurdos, como 169,90 para 1 Mega. Confira os outros preços na imagem.
GVT
Como se pode ler no site, há um limite de 60Gb, que deve ser de download. Imaginei que isto seria um grande empecilho, pois estamos toda hora baixando imagens inteiras de sistemas operacionais, como o Ubuntu, Kurumin, FreeBSD, e outros, incluindo o próprio Windows. Mas a operadora também avisa que por tempo indeterminado, ela não está controlando a quantidade de informação acessada. Veja na figura.
Reconhecimento internacional.
Mas pelo menos, esta vergonha vai ser exposta a ridicularização internacional. Achei aqui a seguinte notícia:
Banda larga no Brasil deixa a desejar
Estudos apontam o serviço como dos piores. De 42 países pesquisados, ficamos em posição 38. E a pesquisa, solicitada pela CISCO, qualifica apenas detalhes técnicos, como velocidade. Eu, que estou morando no Brasil, vejo não apenas isso como problema, mas o questionável altíssimo preço que temos que pagar pela internet aqui.
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